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Estudo atualizado em 28/08/2026

O apostador brasileiro deposita R$ 54 por mês.

O debate público sobre apostas corre com pouco dado primário. Este estudo lê cerca de 1 milhão de jogadores, R$ 1 bilhão em depósitos e 7 milhões de sessões, em XMLs do SIGAP validados entre janeiro e abril de 2026. O retrato que aparece é de entretenimento barato para quase todo mundo, e de uma cauda curta que concentra quase tudo o que se perde.

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O que tem dentro

  • Dinheiro: o depósito mensal mediano por CPF, e quanto ele representa contra um salário mínimo
  • Frequência: apostas por mês, tempo de sessão por dia e a distribuição por faixa horária
  • Resultado: a perda mensal mediana, quantos terminam ganhando, e a curva de Lorenz da concentração de perdas
  • A cauda: quem são os CPFs que destoam, e o funil de proteção que o operador tem obrigação de acionar

Base: XMLs do SIGAP de operadores com licença federal, janeiro a abril de 2026. Os dados de mercado citados vêm do 2º Panorama Periódico da SPA/MF e da Plataforma Centralizada de Autoexclusão. Metodologia aberta à validação de reguladores, operadores e academia.

Os 5% que mais perdem concentram 75% de tudo o que se perde.

A perda do mercado não está espalhada pela base, está concentrada numa cauda curta de apostadores intensos. É por isso que monitoramento comportamental não é formalidade regulatória: sem ele, a proteção não chega em quem precisa dela.

Quem legisla e regula

Parlamento, SPA e órgãos de controle, que decidem sobre o setor com o dado que tiverem à mão.

Quem informa

Imprensa e associações, que precisam de base primária para checar afirmação de campanha.

Quem opera

Compliance e Jogo Responsável, que respondem pela proteção de quem aparece na cauda.

Quer entender o assunto antes de baixar? Tem material aberto no blog.